8 de outubro de 2017

JACEK YERK E SUA OBRA SURREALISTA

Outono - Jacek Yerka

Yerka nasceu em Torun (cidade no norte da Polônia) em 1952. Trabalha e reside, com sua família - esposa e 4 filhos - em um enclave rural de sua terra natal. Estudou arte e ilustrações antes de se tornar um artista em tempo integral, em 1980.

Yerka resistiu às pressões constantes de seus instrutores para adotar as técnicas com menos detalhes e rumar para a arte contemporânea. Porém sentiu que perderia o fascínio pela pintura, pela criação. O que aconteceu foi a constatação de seus professores em acreditar na arte maravilhosa de Yerka proveniente de seus sonhos de infância, de sua imaginação.

Sua família era de artistas. Seu pai era responsável pelas ideias, enquanto sua mãe elaborava com perfeição tais ideias. E foi nesse meio que Yerka cresceu.

Foi uma criança muito reativa, com problemas de adaptação com seus colegas de colégio, não participava de jogos ao ar livre, gostava de desenhar, trazer à tona seus sentimentos, a sua realidade íntima, seus sonhos. Era uma fuga da realidade..

Pensava em estudar astronomia ou medicina. Em 1980 já trabalhava para várias galerias de arte em Varsóvia, como também aceitando encomendas, dedicando-se quase que exclusivamente à pintura.

Em 1995, o artista foi premiado com o renomado World Fantasy Award como o melhor artista. Suas obras estão presentes na Polônia, Alemanha, França, EUA, entre outros tantos países. Tornou-se conhecido no mundo inteiro com seu surrealismo fantástico.

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Espuma - Jacek Yerka

Tectonic - Jacek Yerka

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A cidade está pousando
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Movimento Surrealista - clique aqui.


10 de setembro de 2017

PEDRO ALEXANDRINO / um show de Natureza-morta

Maçãs e uvas - Pinacoteca de São Paulo

          - Tais Luso de Carvalho

Pedro Alexandrino nasceu na cidade de São Paulo em 1856.
Em 1939, a Exposição Nacional do Rio de janeiro concedeu seu prêmio máximo a um artista de 83 anos: Pedro Alexandrino Borges. A premiação além de um reconhecimento pelo valor do trabalho apresentado, expressava também a admiração do público e da crítica especializada por uma vida inteiramente dedicada à arte.
Com apenas 11 anos, em 1867, o garoto paulista Pedro Alexandrino iniciava-se na pintura trabalhando com Claude Joseph Barandier, artista francês. Sua primeira obra – um retrato – foi executada um ano depois, iniciando-se assim uma carreira que continuaria até 1942, ano de seu falecimento.
Durante muito tempo Pedro Alexandrino trabalhava sucessivamente com diversos outros pintores brasileiros e franceses – em decoração.
A partir de 1880, Alexandrino recebeu lições regulares de desenho com o pintor João Boaventura Cruz, e logo em seguida começou a trabalhar sozinho em decoração, restaurações, painéis e outros trabalhos de pintura.
O contato com o grande pintor Almeida Jr., com quem passou a trabalhar e estudar em 1882, foi decisivo para sua arte. Foi com o grande mestre que seu gosto pela natureza- morta se acentua, e através de sua influência que conseguiu, finalmente, uma pensão para estudar na Europa, partindo para Paris em 1896, depois de cinco anos de estudos na Imperial Academia de Belas-Artes do Rio de Janeiro.
Os longos anos de sacrifício, estudo e dedicação foram proveitosos: na Europa Alexandrino estudou na Academia Cormon e com Antoine Vallon. Expôs, com regularidade no Salon des Artiste Français e em Baden-Baden, Veneza, Versalhes e Mônaco, sendo premiado nas duas últimas. E ainda agraciado com a Legião de Honra e a comenda da Coroa da Itália, figurando como artista de mérito da Academia de Gênova.
Voltando ao Brasil, em 1913, Pedro Alexandrino passou a viver exclusivamente de seus quadros e de aulas de pintura. Entre seus alunos estavam Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Aldo Bonadei.
Apesar de ter sido um pintor contemporâneo ao impressionismo e de ter assistido ao desenvolvimento da arte moderna, Alexandrino manteve-se fiel à sua arte: a natureza morta, às pesquisas sobre a matéria, com sua veracidade de brilho, opacidade e relevo.
Morreu em São Paulo no ano de 1942 de broncopneumonia. Foi um dos mais destacados artistas desse gênero.


A copa - Museu Nacional de Belas Artes
Metal, cristais e abacaxi
Composição: Jarra de metal e bananas
Aspargos
Natureza-morta / coleção particular


Referências: Pintura no Brasil / Arte nos Séculos – Abril Cultural

23 de agosto de 2017

A ARTE DAS CHARGES E CARICATURAS




            - TAIS LUSO
      
Os cartunistas e chargistas são artistas maravilhosos que têm o dom de mostrar com humor, pimenta, ironia e com traços acentuados das pessoas (o que deforma), quando uma realidade cambaleia. Mostram situações absurdas, ridículas ou safadas do nosso cotidiano, aproveitando certos detalhes que se salientam no físico da pessoa. Esses detalhes fazem a diferença na obra, juntamente com a ideia inteligente.

Os chargistas têm a habilidade para, através do desenho, fazer uma crítica político-social do momento; é aquele artista que faz sátiras de acontecimentos atuais, utilizando-se de ilustrações conhecidas como caricaturas.

Eles são rapidinhos, e o campo é muito fértil. Há uma variedade interminável de 'acontecimentos', e todos entenderão - rapidinho - a podridão do Reino... E sem o uso de muitas palavras. Às vezes, nenhuma. E tudo com leveza, humor, sutileza e pimenta calabresa.

Mostram tudo: a devassidão, a roubalheira, o cara dissimulado, os acordos ou favores trocados, enfim, a transgressão.

São esses artistas que contam e deixam registrados os abusos e as safadezas da época, e de uma maneira incomum. Mostram o azedume da situação e chamam a atenção a quem possa estar meio por fora... Penso eu, que essa é uma arte que agrada aos  gregos e troianos. Todos nós gostaríamos de poder dizer o que eles dizem com escracho e com deboche: 'Aí, cara, te pegamos com a mão na botija, seu safado!' O efeito de uma charge é grande e não tem bate-boca.

O homem sempre sentiu a necessidade de se expressar através do desenho e da pintura. E chargistas e caricaturistas não são diferentes. Os escravos desenhavam - na senzala - os bigodes arrogantes do seu 'senhor' ou partes protuberantes da 'senhora' ou da 'sinhazinha'. Desenhavam com carvão.

Esses artistas disparam seus mísseis com inteligência, com criatividade, com muita observação, com astúcia e gozação. Com um simples lápis atingem o alvo escolhido: o povo!


Ronaldinho Gaúcho / Tiago Hoisel


por Hoisel

por J Bosco

Saramago- por Tuba

por Paulo Caruso





caricaturas e charges dos espaços abaixo:
Paulo Caruso
J Bosco
Tiago Hoisel
Grafar

17 de julho de 2017

FOLHEAÇÃO COM OURO


clique para aumentar a foto


Como recebi vários e-mails - devido a postagens dos santos barrocos - pedindo uma técnica simples e fácil com folhas de ouro, aí está uma técnica básica para cobrir parte ou salientar detalhes de uma peça.
Está aí,  uma amostra de folheação numa peça que cobri com a técnica de grafite – um pó que se usa para fechaduras e engrenagens. E coloquei o ouro apenas como detalhe. E essa técnica é a mesma que se aplica em vestes de santos, sobre a tinta a óleo - clique aqui para ver.


Goma laca incolor
Purpurina cor ouro velho para retoques mínimos.
Verniz mordente
Folhas de ouro
Solvente
Álcool
Pincel largo e macio
Betume da judeia

1 - Prepare o betume dissolvido em pouco solvente e passe em partes pequenas da peça. Antes que seque vá passando o pó grafite em movimentos circulares com o dedo em cima onde aplicou o betume. Você verá que o grafite vai abrindo o brilho na medida em que você aplica.

2 – Faça isto em toda a peça. Deixe secar.


3 – A seguir, dê uma passada de verniz mordente, só nas regiões que você quer o ouro. Aguarde o ponto de  grude, e comece a folheação, usando um pincel macio para alisar.


4 – Após ver que tudo está seco, remova o excesso do ouro com um pincel limpo, seco e macio.

5 – Passe uma vez, em cima do ouro, goma laca incolor para impermeabilizar, para que o ouro fique com a cor original que você fez. Este é o segredo para que a peça não escureça com o betume que virá após. Não deixe o betume muito pastoso, dilua com solvente. O ouro mais claro ficará melhor. Passe e retire suavemente.

Para cada material, seja em madeira, gesso ou resina as variações são muito pequenas.

Há outros tipos de folheações: com oxidação, em peças policromadas, em découpage e outras. Mas  esta é a básica. E a mais fácil.


Caso queira folhar toda a peça, o esquema é outro: cubra a peça toda com purpurina cor ouro velho dissolvida na goma laca – esta, compra-se pronta.


Depois entre com o verniz mordente, espere o ponto de grude, coloque as folhas e impermeabilize com uma de mão de goma laca incolor. Passe o betume e retire um pouco, suavemente. Qualquer falha, a pintura que estará por baixo garantirá a uniformidade. Ou se quiser um efeito desgastado, deixe com falhas (foto).


Este tipo de folheação pode ser aplicado em detalhes de móveis, peças em madeira, molduras, gessos, beiradas de vasos de cerâmica, resinas, e outros materiais que aceitam bem.

E existem folhas de ouro que já são desenhadas. Dão um efeito bonito sobre mantos de santos.



21 de junho de 2017

ARTE: PEQUENAS E RÁPIDAS NOÇÕES



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Pintura Paleolítica



Os pintores paleolíticos são figurativos realistas, sintéticos no desenho e na cor. A pata dianteira direita da figura do boi - na caverna de Montinac Lascaux, França - está representada de frente e nunca se insinua a aplicação de perspectiva. A pintura pré-histórica perde esse realismo visual na idade neolítica.
Um exemplo: Boi selvagem / caverna de Montinac Lascaux, França.



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Pintura Neolítica


É a primeira mudança de estilo ou de escola observada na história da pintura. Esquematizadores e geometrizadores das imagens, os neolíticos chegam a verdadeiras abstrações.
Um exemplo: Vaso mesopotâmico.



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                         Pintura Egípcia


Os egípcios distinguem-se pela elegância decorativa, predominância do desenho, desconhecimento da perspectiva científica e simplificação da forma. Usam, sistematicamente, a lei de frontalidade, como vemos no rosto, no olho e no tronco de frente.
Um exemplo: Um casal oferece sacrifícios à Ísis – painel.



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Pintura Grega

Não restaram obras originais da pintura grega antiga. Conhecemos indiretamente – decorações dos vasos de cerâmica, esculturas, referências críticas. No período clássico (serena na expressão e equilibrada na composição), é idealizada a realidade. No período helenístico, ela torna-se realista, dramática, movimentada na composição.


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                  Pintura Cristã Primitiva
  
O primitivo pintor cristão usava símbolos figurativos – peixes e âncoras - e símbolos abstratos – círculos. Por associação com o disco solar, o círculo talvez fosse Cristo. Mais tarde, atenuadas as prevenções com a estatuária pagã, tornaram-se exclusivamente realistas figurativos.
Um exemplo: Desenho numa catacumba   
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Pintura Bizantina

O mosaico foi, por excelência, a técnica de decoração mural bizantina. Difundiu-se pela Europa. A pintura, propriamente dita, exerceu-se sobretudo nos ‘íconos’, quadros religiosos pintados a encáustica.
Um exemplo: O Imperador Justiniano e sua corte / Igreja San Vitale, Ravena.

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Pintura Românica

Dominados por fortes sentimentos religiosos, os românicos eram deformadores e coloristas intensos. Eram parecidos com os expressionistas e fovistas modernos.
Um exemplo: Anjos musicistas, afresco espanhol, séc XIII.





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                          Pintura Gótica

Sob a influência das miniaturas, isto é, as ilustrações feitas à mão nos livros medievais, a pintura gótica é minuciosa e adquiria acentuado realismo. Originou-se na França. No seu realismo, está anunciando o espírito racionalista da Renascença. Estilo que se disseminou por toda a Europa Ocidental entre 1375 e 1425. Características: elegância palaciana, e o detalhamento naturalista, ligados à vida aristocrática.




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                     Pintura Renascentista Alemã

Os artistas nórdicos europeus, alemães, escandinavos, holandeses e flamengos, expressam mais a beleza visual das formas, mais adequada ao temperamento latino. Dürer é o mais típico representante da pintura renascentista no norte da Europa, onde foram atenuadas as influências dos modelos do classicismo grego.

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                              Prenúncios do Barroco

Miguel Ângelo contrariou os princípios de equilíbrio da composição, harmonia das formas e serenidade de expressão do renascimento clássico. Pela vigorosa dramaticidade do sentimento, prenuncia o Barroco, que se definirá no século XVII.



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Renascimento Italiano



O Renascimento foi um movimento importante, de renovação cultural e artística que
se originou na Itália no séc. XIV e marcou a mudança da Idade Média para a Idade Moderna. Do teocentrismo Medieval - que via em Deus todas as coisas -, o homem avançou para o Humanismo, uma filosofia surgida no Renascimento e que predominou mais na Idade Moderna. Foi neste período que o homem passou a ser o centro do mundo. Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Rafael, Donatello, Brunelleschi e Botticelli...


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                   Pintura Rococó

Os pintores rococós refletem, nos temas e na técnica, inclusive na própria delicadeza da pincelada e na luminosidade das cores, as idéias, os sentimentos, e os hábitos da aristocracia européia do século XVIII.





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Pintura Neo-Clássica

Os neoclássicos ou acadêmicos, inspiraram-se diretamente nos modelos da antiguidade clássica greco-romana. Revivem as formas de beleza ideal da estatuária grega. São convencionais e pouco imaginativos.
David – pintor oficial de Napoleão – foi o chefe desta escola.
A Morte de Marat / 1793 – Museu Royal de Belas Artes, Bélgica.




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                              Pintura Romântica

Os românticos, chefiados por Delacroix, reagem ao convencionalismo dos acadêmicos. São imaginativos, dramáticos, movimentados e coloristas veementes. Possuíam muitos pontos de afinidades com o barroco, pelo predomínio das faculdades emocionais sobre as intelectuais, na criação artística.


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                      Pintura Realista

Os realistas, sob o comando de Gustave Courbet - 1810 / 1867 , reagem ao convencionalismo neoclássico e à emoção dos românticos. Negam a imaginação. A pintura é uma arte objetiva, destinada a fixar as coisas existentes, não as imaginadas. O pintor representa somente aquilo que vê.
Um exemplo: Peneiradoras de trigo.


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                  Pintura Cubista Analítica

Decompondo as formas num processo intelectual arbitrário, em sucessivos planos e ângulos, os cubistas pretendiam obter a representação total da estrutura dos objetos, como se os contemplássemos simultaneamente por todos os lados. Quando a decomposição se faz minuciosamente
Um exemplo: Picasso Ambroise Vollard (1867-1939) e Georges Braque 1882 / 1958, Jarra e violoncelo.




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                       Pintura Futurista

Os futuristas pretendiam expressar e não representar a velocidade, nova beleza do mundo, criada pela técnica moderna. Para evitar a impressão de imobilidade, substituíam as imagens figurativas por planos, retas e linhas, impregnadas de dinamismo e movimento.
Um exemplo: Umberto Boccioni 1882 / 1916 , Estudo para o estado d’alma.


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                                    Pintura Abstracionista Informal

No abstracionismo informal as formas e cores são espontâneas e livres, criadas muitas vezes num estado de verdadeiro automatismo psíquico. Não representam as aparências da realidade, mas expressam tensões, conflitos, ritmos impregnados da vitalidade da natureza.
Um exemplo: Vassily Kandinsky 1866 / 1944 – Estudo.


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                  Pintura Cubista Sintético

No segundo período do Cubismo, a decomposição da forma se faz de maneira sumária. Esse período denomina-se Cubismo Sintético. Reaparecem as imagens visuais, as cores são mais vivas e decorativas. São predominantes as preocupações de composição, dentro porém da geometrização das formas e obedecendo a princípios renascentistas denominados ‘Número de Ouro’.
Um exemplo: Pablo Picasso – 1881

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                    Modernismo Brasileiro

Cândido Portinari / 1903-1962, embora formado sobre princípios acadêmicos na Escola Nacional de Belas Artes, libertou-se do academismo, para marcar de versatilidade, ecletismo e inspiração popular sua extrema obra. A fase expressionista, quando fixou tipos e cenas populares, é uma das mais vigorosas, inclusive pelas intenções políticas e sociais. Figuram muitos, entre eles Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Anita Mafalti...

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                        Pintura Impressionista


Para demonstrar as constantes e sutis alterações que a luz do sol produzia nas cores da natureza, modificando-as incessantemente, Claude Monet pintou a fachada da catedral de Rouen, em diferentes horas do dia. Os impressionistas afirmavam não ser a cor uma qualidade permanente dos objetos. Altera-se conforme o ângulo de incidência dos raios solares.
Um exemplo: Monet / 1840 – 1920, Catedral de Rouen.


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                            Pintura Neo-Impressionista



Pintura pós-impressionista, em voga em França entre 1886 e 1906, e cujo pioneiro foi Georges Seurat.
Neo-Impressionismo culmina o processo de diluição das formas, que se tornam simples e irisadas vibrações luminosas e coloridas.



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                             Pintura  Expressionista

Pelos paroxismos líricos e exasperação patética do desenho e da cor, que traduzem sentimentos e não sensações, Van Gogh influenciou diretamente no aparecimento do Expressionismo, a primeira grande tendência da pintura moderna, surgida entre os alemães e outros povos nórdicos europeus.
Um exemplo: Noite estrelada.



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                      Pintura Surrealista Figurativa

Na mesma linha de Salvador Dali, fusão do real com o fantástico Magritte notabiliza-se pelas qualidades técnicas do colorido expressivo e seguro desenhista. Explora o modo especial os elementos de surpresa para criar sugestões misteriosas.
Um exemplo: O Curandeiro, de René Magritte / 1898, Ismael Nery...Figuras /1926.
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                   Pintura Surrealista Abstrata

As manifestações do subconsciente podem ser expressadas por meio de formas abstratas, símbolos e signos, como na pintura de Miro, o mais típico surrealista abstrato. Sob muitos aspectos, o Surrealismo Abstrato confunde-se com o abstracionismo Informal, sobretudo nas formas do Tachismo e do Grafismo.
Um exemplo: Joan Miro / Travessia Poética.




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                       Composições Gráficas

Ao contrário dos Tachistas – que o fazem por meio de manchas - os grafistas expressam-se impulsivamente por meio de traços, linhas ou graficamente. Inspiram-se na caligrafia abstrata oriental, particularmente na chinesa. Exprimem tensões e ritmos vertiginosos.
Um exemplo: Jackson Pollock / 1912 – 1956, com Composição.


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